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Torta de Climão
Agatê Amor Ativismo Pedro Preconceito Tomas

#116- Se você pudesse escolher


Ajude o Torta a ganhar mais exposição entre leitores de quadrinhos! O Prêmio Angelo Agostini é uma das mais tradicionais premiações de histórias em quadrinhos do Brasil e tem como objetivo o resgate e a referência aos grandes artistas do quadrinho nacional. E você pode votar no Torta de Climão!
Vamos mostrar que quadrinhos com temática e personagens LGBTs tem muito poder e principalmente leitores(as) no Brasil! Ajude a fazer a diferença votando, é rapidinho! ♥ Digite “Torta de Climão” na categoria WEB QUADRINHO, a votação vai até 15 de janeiro!!! Vote no link e peça para azamigue tudo votar também! http://tinyurl.com/gpxoqyb

Obrigado, bees! ♥

Espaço do leitor Notícias Opinião

VOTE NO TORTA PARA O PRÊMIO ANGELO AGOSTINI

Quadrinhos é uma área difícil para criadores. É trabalhoso e demorado criar páginas e páginas que serão lidas em apenas alguns segundos e viver disso (ganhar dinheiro e se sustentar) é uma desafio enorme. É uma profissão que precisa ter muito amor envolvido, mesmo que amor não pague as contas.
Ao mesmo tempo, também é difícil ganhar espaço fazendo algo fora do padrão do que é aceito facilmente em quadrinhos, uma área dominada por homens heterossexuais que criam para este público. Representar as bees, a comunidade LGBT e a nossa cultura pintosa, linda e empoderada é necessário em todas as áreas, e nos quadrinhos eu tento fazer a minha parte. Como quadrinista independente, vocês, leitoras e leitores, fazem toda a diferença, tanto na hora de consumir quanto fazendo a propaganda boba-a-boca com amigos, colegas e familiares. Quanto mais espaço a gente ganha, mais conteúdo é produzido e mais as editoras percebem que elas devem apostar nesse público sem medo do “nicho”. Reconhecimento, prêmios e divulgação não são o meu objetivo, mas ajudam muito na exposição do meu trabalho para um público maior e consequentemente do conteúdo dos meus quadrinhos.

O Prêmio Angelo Agostini é uma das mais tradicionais premiações de histórias em quadrinhos do Brasil e tem como objetivo o resgate e a referência aos grandes artistas do quadrinho nacional. E você pode votar no Torta de Climão!
Vamos mostrar que quadrinhos com temática e personagens LGBTs tem muito poder e principalmente leitores(as) no Brasil! Ajude a fazer a diferença votando, é rapidinho! ♥ Digite “Torta de Climão” na categoria WEB QUADRINHO, a votação vai até 15 de janeiro!!! Vote no link e peça para azamigue tudo votar também! http://tinyurl.com/gpxoqyb

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Obrigado, Índio.

indio

Gostaria muito que meu último desenho do ano não fosse por um motivo tão triste. Mais uma pessoa se torna estatística do preconceito contra transexuais e LGBTs em geral. Luis Carlos Ruas pediu calma e protestou contra a perseguição que dois homens faziam contra uma travesti em uma estação de metrô em São Paulo. Por isso, mesmo não sendo parte da comunidade LGBT, teve a vida tirada a chutes e socos. A intolerância, homolesbobitransfobia nesse caso, não faz só vítimas gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Alguém se lembra do pai que teve a orelha cortada por ser confundido com homossexual por estar abraçando o filho? Ou do homem heterossexual que foi espancado por usar camisa rosa? O preconceito contra minorias sexuais/afetivas atinge TODOS e TODAS, por isso é importante não calar-se por medo ao ver algum ato de violência. Combater a homolesbobitransfobia é um dever de toda a sociedade.
A conivência e a omissão agrava qualquer tipo de preconceito. Obrigado, Luis Carlos Ruas, por ser um ser humano digno como todos deveriam ser.

Use a imagem abaixo no seu perfil das redes sociais em apoio à família e agradecimento a Luis Carlos Ruas. Clique na imagem para abrir e salvar em tamanho maior.

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#115- Busão da vida

Criei essa tirinha em parceria com a Fundação Matthew Shepard, que promove o apoio a jovens LGBTs. A tirinha foi baseada em uma das metáforas trabalhadas na terapia que ajudam a lidar com ansiedade. Espero que ela ajude meus leitores e leitoras que sofrem de ansiedade assim como me ajudou. <3 colors

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Heteronormatividade, cultura, preconceito e mudança

Estou criando minhas tirinhas no café onde vou quase todas as manhãs. Uma mulher se aproxima e pergunta se pode pegar a cadeira extra da minha mesa pra levar para a dela. Prontamente, digo que sim. Depois de um tempo ela está indo embora, volta com a cadeira, me agradece e diz “estou trazendo de volta caso alguma menina bonita queira sentar do seu lado”. Eu sorrio e digo “na verdade um garoto seria bom”. Ela fica sem jeito, pede desculpas e diz que não deveria deduzir esse tipo de coisa. Eu falo que tudo bem e nós temos esse momento constrangedor de 5 segundos. Ninguém se ofendeu, ela tinha a melhor das intenções. Ela vai embora e eu volto ao meu trabalho.

O que aconteceu naquele momento é chamado de heteronormatividade. É a suposição de que a norma para a sexualidade das pessoas é heterossexual. Talvez isso aconteça porque estatisticamente a maioria das pessoas é heterossexual, mas há também um elemento de preconceito envolvido porque ser homossexual ainda é percebido como fora do padrão.

A heteronormatividade acontece em situações, níveis e de maneiras diferentes e, comumente, acha-se que ela é inofensiva. Em nossa sociedade, muitas vezes nossa sexualidade (e sua heterossexualidade compulsória) é decidida para nós antes mesmo de começarmos a desenvolvê-la. Isso acontece quando você diz que seu filho de 4 anos vai namorar ou casar com a filha do vizinho. Você faria tal suposição se o vizinho também tivesse um menino? Normas em nossa sociedade são comuns, mas isso não significa que não devamos tentar parar de reproduzir algumas delas.

Diferentes normas relacionadas a gênero e à sexualidade também se interlaçam. Da mesma forma, supõe-se que homens tradicionalmente masculinos não são gays, que mulheres que não se comportam de uma maneira tradicionalmente feminina são lésbicas ou que todas as mulheres sonham em casar, engravidar e ter filhos.

Todos esses pressupostos baseados em normas fazem parte de nossa cultura, sim. Todos nós pressupomos essas coisas em escalas diferentes porque nós crescemos com essa cultura. É um comportamento aprendido socialmente. Quando pressupomos baseados em uma norma, nem sempre se é intencionalmente preconceituoso, lgbtfóbico, machista e racista (certamente há exceções, mas eu não estou falando desse tipo de pessoa) e é aqui que a mudança tem que acontecer.

Não gostamos de admitir que temos comportamento preconceituoso ou privilégios e muitas vezes ficamos na defensiva quando somos informados disso. É importante não levar pro lado pessoal quando sua atenção é chamada, especialmente se você já se considera uma pessoa esclarecida e progressista. Você não precisa bater em um homossexual para ter comportamento homofóbico, assim como não precisa estuprar uma mulher para ser considerado machista ou querer a volta da escravidão para ser considerado racista. Esses preconceitos acontecem também de forma sutil, não apenas em seus extremos e é preciso tentar percebê-los.

Se você é um homem, as chances de ter comportamento machista são muito altas, mesmo se você for pró-feminismo. O mesmo vale para a sexualidade e raça. É a nossa cultura. Mas o que muitos não estão dispostos a aceitar é que a cultura é fluida e sempre foi. A cultura não constrói pessoas, as pessoas constroem a cultura (como disse de forma certeira Chimamanda Ngozi Adichie).

Mudar o comportamento nestas pequenas coisas exige esforço e é muito fácil ficar com raiva se você está do lado mais fraco, fora da norma. Canalizar a raiva é difícil, especialmente por conta daqueles que são intencionalmente preconceituosos, mas a empatia tem que vir de ambos os lados, porque algumas pessoas realmente não o fazem por mal. Se eles estiverem abertos o suficiente para te ouvir e refletir, vale a pena apontar um mau comportamento usando a sua empatia. Se você está num patamar de desconstrução que te permite perceber os preconceitos presentes na cultura, lembre-se de quando você ainda replicava certas suposições e preconceitos. Tendo em mente a cultura na qual a pessoa está inserida e tendo um sorriso em seu rosto, lembre-se que todos nós estamos inseridos nela de alguma forma.

A mudança acontece depois disso.

 

 

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Aline Amizade Bruno Gabe

#114- Férias, praia e…

dezembro

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Notícias

Em breve…

QUENDA! Vem aí um grupo BABADEIRO que vai combater o crime de uma forma bem inusitada. Aguardem…

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Vote- Homofobia deve ser criminalizada?

No site do Senado Federal há uma consulta pública sobre uma sugestão (SUG 05/2016) do senador Paulo Paim sobre a criminalização da homofobia/discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, equiparando-as ao crime de racismo. Paulo Paim afirma no portal do Senado:

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“Ao longo desses anos de vida parlamentar, e, principalmente, no decorrer do exercício da presidência da CDH, venho dialogando com inúmeras pessoas sobre o tema dessa sugestão. Ouvimos histórias e nos emocionamos com elas. Contaram-nos a respeito de inúmeras discriminações sofridas, muitas vezes uma única pessoa sofre por ser negra, pobre e ter a sua orientação sexual questionada e reprimida violentamente todos os dias.”

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A proposta, que pede a inclusão da homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia na Lei Federal 7.716/89 que protege as pessoas vítimas de discriminação e preconceito em razão de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional e cuja pena é de até cinco anos de prisão, já havia sido discutida anteriormente e agora pode voltar a ser avaliada pela Comissão dos Direitos Humanos. Até o momento são mais de 69mil votos a favor e cerca de 3mil votos contra. Vote aqui: http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=125495

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